quinta-feira, 23 de maio de 2013

Arquitectos portugueses nos "Global Public Interest Design 100"

Mais um post, mais um excelente exemplo para inspirar arquitectos, criadores, desenhadores, pensadores de espaços.


O atelier de arquitectura Blaanc, formado pelas arquitectas Ana Morgado, Lara Camilla Pinho, Maria do Carmo Sousa Macedo Caldeira e Maria da Paz Sequeira Braga, foi selecionado para a lista dos “Global Public Interest Design 100”, onde o seu trabalho foi reconhecido com a 66ª posição.



Nesta lista de 100, e ao lado do atelier português, estão nomes como o Príncipe de Gales, Bill e Melinda Gates ou Wang Shu, o vencedor do Pritzker em 2012.

O “Global Public Interest Design 100”, cujo curador foi John Cary, cria uma lista de 100 personalidades e/ou equipas que idealizam e desenvolvem bom design, sem se alienarem do carácter social da sua criação.

Neste sentido, o Atelier Blaanc tem-se caracterizado por reinventar/repensar o papel da arquitectura e do arquitecto, através de diálogos multidisciplinares, onde a arquitectura sustentável e a arquitectura com compromissos sociais ganham especial importância, uma vez que acreditam que “a arquitectura tem um impacto muito concreto na qualidade de vida das pessoas”.


casas para a classe emergente do Gana
Este Projecto, que conta com a assinatura do Atelier Blaanc e do  arq. João Caeiro, venceu o concurso internacional Open Source House, cujo objectivo era projectar uma habitação sustentável, flexível e de baixo custo, que servisse de modelo para países em desenvolvimento.


Rural Sports Center em S. Pedro Apóstol
Este projecto é o resultado de uma parceria entre o Atelier Blaanc e a equipa Caeiro Capurso. Trata-se de um projecto para uma estrutura desportiva, que foi construído na sua maioria por habitantes da zona e cuja construção pretendeu ser por um lado um exemplo de sustentabilidade, pelos materiais e pelas técnicas utilizadas e por outro, um processo de consolidação de um percurso de intervenção social, através da arquitectura. 

“Defendemos uma arquitectura mais prática mas igualmente mais consciente e responsável” (Blaanc)

Por Claúdia Alves









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