“Day by day, the number
of devices, platforms, and browsers that need to work with your site
grows. Responsive web design represents a fundamental shift in how we’ll
build websites for the decade to come.”
(Jeffrey Veen)
O QUE É O RESPONSIVE WEB DESIGN?
O conceito de
"Responsive Web Design" foi iniciado e defendido pelo designer
norte-americano Ethan Marcotte e surge como um dos grandes marcos na
evolução na World Wide Web.
Se há uns anos atrás o
acesso à internet era possível apenas através de um computador de
dimensão quase universal, hoje em dia existe uma grande diversidade de
dispositivos através dos quais se pode aceder à web (iMacs, Netbooks,
Telemóveis, Tablets, Laptops, etc.) e que apresentam diversos formatos,
alterando exponencialmente o conteúdo divulgado.
Desta forma, seria muito
complicado fazer o design e programação de um website que fosse
visualizado de forma específica para cada um destes dispositivos e
consequentes tamanhos de tela.
O Responsive Web Design
surge de forma inovadora, apresentando-se como uma das soluções técnicas
mais eficazes para este problema, ao permitir, através de uma
programação específica, que os diferentes websites se adaptem
automáticamente às diferentes resoluções, tamanhos de ecrã e
comportamentos dos dispositivos a partir dos quais estão a ser
visitados.

ENFIM, PARA QUE SERVE?
- Adaptação do layout do website de acordo com a resolução em que está a ser visualizado.
- Adaptar o tamanho de botões e links para interfaces touch onde o ponteiro do mouse é substituído pelo dedo do utilizador.
- Re-dimensionar as imagens automaticamente para que caibam na tela.
- Preparar uma versão do website específica para telemóveis.
- Ocultar elementos desnecessários nos dispositivos menores.
- Utilizar de forma inteligente recursos mobile como a
geo-localização e mudança na orientação do aparelho (horizontal ou
vertical).
CONCLUSÃO
Até há poucos anos atrás os Web designers e
Programadores não tinham tanta preocupação com as restantes plataformas
para além do comum computador desktop, no entanto, nos tempos que
correm essa maneira de pensar tornou-se impraticável, devido a toda uma
panóplia de dispositivos que têm vindo a aumentar. Ora, o conceito que
acabamos de apresentar veio sem dúvida, de modo arrojado, responder às
necessidades crescentes dos utilizadores actuais, revolucionando de
forma positiva as experiências online.
Passamos de uma era rigída e infléxivel, para a era dos tablets e dos smartphones em que os conteúdos se transformam e se reinventam a cada visita.
Cada vez mais os profissionais da área centram-se nas necessidades e
exigências do utilizador, acreditando que são os conteúdos que se devem
adaptar ao utilizador e não o contrário.
No fundo, o que realmente importa é que
a informação seja entregue da melhor maneira possível e ao maior número
de utilizadores possível.
Claúdio Pereira
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